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SISTEMA PLAC DE GRAVAÇÕES – SPG

HISTÓRICO

Um dos primeiros processos de gravação em placas comemorativas e placas de identificação foi a serigrafia (silk screen), o qual possibilita a reprodução de imagens e textos através de uma matriz chamada “tela de silk screen”. Para cada placa diferente a ser gravada por esse processo requer a confecção de uma matriz.

A maioria das empresas que trabalham com serigrafia, ainda confeccionam as telas manualmente, por isso, o tempo de gravação das placas é muito elevado e a qualidade depende essencialmente da habilidade do impressor.

A partir da serigrafia, também consegue-se gravar placas de aço inoxidável por meio de corrosão química oferecendo baixo e alto relevos na gravação. Porém essas operações oneram demasiadamente o custo do produto final.

Os idealizadores do SISTEMA PLAC DE GRAVAÇÕES – SPG iniciaram a produção de placas gravadas, em 1997 através do processo citado, pois na ocasião possuíam uma empresa fabricante de equipamentos e máquinas para serigrafia.

Logo em seguida desenvolveram um processo direto de gravação aplicando semelhante emulsão da tela serigráfica sobre as placas de metais e posteriormente submetendo-as ao ácido corrosivo (percloreto de ferro) para fazer a corrosão apresentando o efeito de relevos. Esse processo chama-se fotocorrosão, já há muito tempo antes do SPG, utilizado pelas empresas fabricantes de placas comemorativas, de identificação e outras, como placas para circuitos impressos.

O pessoal da SPG, diante do domínio completo desse processo, passou a fabricar máquinas para fotocorrosão, até o ano de 2006.

Em 2007, resolveram entrar no mercado de gravação de placas e abriram a PLACPRINT. Deparando-se com um agravante: muitos clientes esperavam até poucos dias antes do evento para compra-las. Como esse processo possui várias operações e muito suscetível de retrabalho, algumas empresas improvisavam rudimentarmente as placas oferecidas no evento.

Mas com a simplificação do processo de fotocorrosão conseguido pelo pessoal do SPG, foi possível diminuir bastante o prazo de fabricação das placas gravadas.

Não contente ainda com a diminuição do tempo de gravação, desenvolveram um novo processo, já existente para produtos semelhantes, mas não para placas de metais. Esse processo chama-se “Transfer”.

Com essa inovação o tempo de fornecimento de placas gravadas caiu consideravelmente. Foi quando criaram o slogan: “PLACAS EM 24 HORAS”.

Hoje, com o recente advento da sublimação foi possível adaptar ao processo de gravação de placas de metais e com mais esse desenvolvimento, surgiu o SPG – SISTEMA PLAC DE GRAVAÇÕES, permitindo a todos que pretendem entrar no mercado de gravação de: placas comemorativas, de identificação, sinalização, indicação, inauguração, homenagens e premiações, possam iniciar com pequeno investimento, alta lucratividade e com o apoio da logomarca PLAC. Esse processo é chamado de “Digital”.

Assim como todos os processos de impressão e gravação o processo digital possui limitações e este apresenta apenas duas, que são: 1 – Não garante a fidelidade de cores. 2 – As cores não resistem aos raios ultravioletas (sol, claridade e lâmpadas fortes), por longo tempo, diminuindo gradativamente o seu realce.

Portanto, o comprador deverá se certificar de que as placas serão instaladas em locais internos, as quais sendo expostas à luminosidade normais da maioria dos ambientes residenciais e comerciais, as cores resistem por tempo indeterminado (superior a três anos, até hoje, constatado).

Havendo estrita necessidade de obedecer às tonalidades originais de cores, o comprador deverá enviar uma amostra física ao departamento técnico para que, por comparação, “chegue” à tonalidade aproximada.

O SPG, para solucionar essas duas limitações poderá utilizar o processo de “Transfer”, para a gravação das placas, pois, o toner que é transferido termicamente para a placa, possui alta resistência aos raios ultravioletas, não apresentando qualquer alteração, desde o início de 2012, data dos primeiros testes com o processo de Transfer. Para as placas gravadas através desse processo, com medidas máximas de: 40 x 30cm haverá um acréscimo de 30% sobre os preços das placas gravadas pelo processo Digital.

Placas com medidas superiores a 40 x 30cm, a serem instaladas em locais externos poderão ser gravadas em vinil autoadesivo transparente com tinta solvente de alta resistência aos raios ultravioletas, porém sem definição do tempo de duração do realce das cores. Após a impressão, é aplicado um outro vinil transparente e “envelopado” na placa de aço inoxidável escovada. Para esse processo não há elevação sobre os preços do processo Digital.

As placas a serem instaladas em portas ou em paredes, poderão ser fixadas com fita dupla-faces, ao custo de R$0,01 por centímetro quadrado. Poderão ser fixadas com cola de silicone, a qual é encontrada em lojas de tintas e materiais para construção. Poderão ser fixadas com parafusos ou rebites, e para isso terão de serem furadas com brocas de 3 ou 4mm de diâmetro, ao custo de R$0,06 por furo.

Há pequenas tolerâncias, para mais ou para menos nas medidas e pesos de todos os produtos.



INVENÇÃO DO AÇO INOXIDÁVEL

Foi Harry Brearley quem descobriu acidentalmente o aço inoxidável em 1913. Em vez de ser reconhecido, seu míope empregador o demitiu e disse que sua invenção era um grande desperdício de tempo. Sua missão era desenvolver uma liga de aço que pudesse suportar o atrito superaquecido dentro de um rifle.

Brearley notou que uma das suas ligas descartadas ainda estava brilhando, enquanto todo o resto tinha enferrujado. Pesquisando suas anotações, ele encontrou a fórmula precisa para o aço inoxidável: 12% de cromo formando uma camada protetora no aço quando exposto ao oxigênio.

Ele implorou para seus chefes para fabricar talheres usando a liga milagrosa, mas a ideia foi rejeitada como inútil. Uma empresa alemã ficou com a patente do aço inoxidável, mas Brearley acabou sendo reconhecido como o inventor original — mesmo que acidental — do metal mais importante do século 20.

EM BREVE